...a promoção do Mac Donalds Japan: COMPRE 1 (Mac Fish ou Double Cheeseburguer) e LEVE 2 (Mac Fish ou Double Cheeseburguer)!!
23/09/2013
NO JAPÃO NÃO SE USA CARTÃO DE DÉBITO?!
57% dos brasileiros utilizam meios eletrônicos de pagamento em vez de dinheiro
Calma. Não vou escrever um post sobre o Brasil aqui no Muito Japão, mas precisava compartilhar com vocês leitores que achei muito interessante o fato de no Brasil estar se usando muito as máquinas que obrigam os lojistas a nos fazer a pergunta crucial de "Débito ou Crédito?". Isto porque no Japão, não há máquinas de débito e crédito. Quando eu conto isso, algumas pessoas não acreditam! Bom, talvez eu não deveria dizer que não há com tanta categoria, mas a verdade é que não se vê esse tipo de pagamento no Japão de hoje! A maioria ainda paga com dinheiro. O que não significa que não haja e-money. Cartões recarregáveis com dinheiro e até celulares igualmente recarregáveis, já existem, mas, porém, contudo, todavia e entretanto, eu arriscaria até dizer que 80% dos pagamentos em lojas e restaurantes são feitos com dinheiro vivo. Para complementar, aí vai uma reprodução de parte da matéria que li sobre pagamentos por meios eletrônicos.
MUNDO
O relatório mostra que a Bélgica é o país com maior quantia dos consumidores (93%) que realizam pagamentos por meios eletrônicos, seguida da França (92%), Canadá (90%), Reino unido (89%), Suécia (89%), Austrália (86%), Holanda (85%) e Estados Unidos (80%). Já a Indonésia (31%), Rússia (31%) e Egito (7%) acabam de iniciar o processo de substituição do uso do dinheiro vivo. Assim como o Brasil, a Polônia (41%) e a África do Sul (43%) já estão em fase de transição, e estão migrando rapidamente para o pagamento eletrônico.
WAKU WAKU JAPANESE - LIÇÃO 9
Voltamos com as aulinhas maneirinhas da professora gatinha! Hoje, "Konomi Sensei" irá ensinar como dizer EU GOSTO e NÃO GOSTO de alguma coisa! Divirtam-se!
O RIO DE JANEIRO EM ANÚNCIO DO JAPÃO!
O verão já deu adeus ao Japão este ano, mas os japoneses têm até o dia 30 de setembro para concorrer a uma passagem ao Rio de Janeiro para curtir o verão do Brasil do ano que vem! A promoção é de uma das bebidas vendidas no Japão que usa a imagem dos latinos para vender o chá, chamado de "Chá Mate do Sol", que não tem nada de chá mate como o do sul e muito menos do mate leão, mas enfim... As propagandas são sempre muito animadas e como, em geral, para os japoneses, os latinos "são tudo igual", as propagandas trazem sempre uma miscelânea de danças, roupas, eventos e rostos. Desta última, vou confessar, gostei muito de ver o carnaval da minha cidade natal representado pelo desfile das escolas de samba na Sapucaí! Fiquem agora com o comercial da promoção! Mais detalhes - inclusive com o itinerário da viagem - você encontra no site oficial da promoção. Clique AQUI para acessar!
Vale lembrar que somente podem participar pessoas que vivem no Japão. Aliás, lendo o regulamento da promoção no site do produto, adorei um item em especial! Fora aqueles de praxe como "não podem participar funcionários ou parentes" e " não nos responsabilizamos por acidentes causados" etc etc...adorei o primeiro item publicado no regulamento que está no website - e você precisa de conexão de internet para acessar o site e o regulamento - mas a regra é clara! "O valor referente a conexão de internet bem como a provedora são de responsabilidade do cliente". Adorei! (rs)
07/09/2013
06/09/2013
MORAR NO JAPÃO É...
...receber um email com propaganda com artigos para se proteger de catástrofes.
Imagina que um dia você fez compras pelo site de uma Lojas Americanas da vida e que, por isso, periodicamente, você recebe emails com promoções de artigos em liquidação, novidades, avisos de descontos etc. Os emails trazem normalmente, fotos de eletrodomésticos, livros, DVD e máquinas fotográficas com preços atrativos e por aí vai. De repente, no mesmo tipo de email, com o mesmo "subject", você recebe um email com a mesma "cara" de "produtos da nossa loja para você consumidor" com fotos, detalhes e preços de produtos para se proteger de um terremoto.
Talvez para brasileiros que nunca viveram no Japão, este tipo de email pode causar um certo estranhamento e até mesmo um mal-estar. Mas a verdade é que no Japão essa coisa de terremoto que está por vir, entre outras catátrofes iminentes, faz parte da vida diária de quem vive no país.
Vira e mexe, seja na mídia japonesa ou na mídia estrangeira, são publicadas matérias deste tipo, que alertam para um possível forte terremoto, matérias que falam sobre quem está e quem não está preparado com o kit terremoto (foto 3), matérias sobre produtos que são fabricados em latas e com validades extendidas por longos anos para servirem de mantimentos de emergência etc.
Isso sem falar que crianças de creches e escolas fazem testes de simulação de terremotos, empresas fazem o mesmo teste, tanto para terromoto, quanto para evacuação em caso de incêndio ou tsunami. Há simulações de terremotos até em eventos - que eram para ser animados!
O mais, digamos, "curioso", foi ver que até nas festas juninas com grande participação de estrangeiros e moradores locais, os bombeiros japoneses se mobilizam para explicar e fazer testes de simulação de terremoto! Em plena festa junina! É uma mistura de confraternização e intercâmbio que, no caso das festas juninas com simuladores de terremotos, deixa de ser apenas cultural e passa a ser algo como intercâmbio de vivência e conhecimento em relação à grandes catástrofes que para os japoneses já está mais do que enraizado.
FOTOS:
1. uma espécie de mochila para armazenar e transportar água
2. luz de emergência que com um blecaute se acende automaticamente
3. barras para fixar estantes para evitar que se caiam
4. kit terremoto com primeiros socorro, lanterna, mantimentos etc.
05/09/2013
ASAKUSA SAMBA: O CARNAVAL DO JAPÃO

Muita gente me pergunta se no Japão tem carnaval. A resposta é sim. Claro que não na mesma proporção que no Brasil, mas tem. O desfile de carnaval de Asakusa, em Tóquio é o mais famoso. Aliás, o desfile é realizado no Japão, nada mais nada menos do que desde 1976! Este ano, o carnaval japonês foi realizado no último final de semana, dia 31 de agosto. "Asakusa Sanba Kaanibaru". É assim que é chamado o maior evento de carnaval do Japão, da Ásia ou, como eles divulgam no site oficial do evento, "o maior carnaval do hemisfério norte". O desfile, no bairro de toquiota de Asakusa - daí o nome -, é realizado em via pública que é bloqueada temporariamente para o evento e passa bem em frente a um dos pontos turísticos mais conhecidos do Japão, o Kaminarimon (foto).
Como sempre, o desfile deste ano atraiu milhares de pessoas entre japoneses de diversas idades, fãs e não-fãs do Brasil, conhecedores e não-conhecedores da cultura do Brasil e estrangeiros em geral, entre residentes e turistas. Para quem não conhece o carnaval do Rio, pode até pensar que está vendo a réplica do outro lado do mundo, mas há algumas diferenças e até pontos que eu chamaria de "Muito Japão".
Lembro que quando fui assistir ao desfile pela primeira vez, eu não consegui ver muita coisa. Primeiro porque cheguei em um horário, digamos, normal, mas muita gente chega bem, mas bem mais cedo para marcar lugar. Principalmente os fotógrafos amadores que armam seus tripés, escadinhas e se posicionam de tal forma que dali não movem uma palha até o fim do desfile. Como se não bastasse a parede que eles formam, uma multidão, de pé, completa o paredão e, dependendo da hora em que você chega ao evento, a parede está tão espessa que já não é possível ver mais nada. A saída é ficar no ponto de partida ou na "área da dispersão". Esqueci de falar que apesar de o desfile passar por uma rua bloqueada exclusivamente para o evento, não é armado nenhum tipo de arquibancada, como era feito no Rio, antes da construção da Apoteose. Aliás me chamou a atenção o fato de que quando a última escola passa pela rua, um grupo de limpadores já formam quase que um bloco de limpeza instantânea, enquanto que outro grupo já passa recolhendo as grades de proteção para daqui ali uns 10, 15 minutos, no máximo, a rua já está transitável como se nada tivesse acontecido!
No ano seguinte, fui ao evento a trabalho e por isso, pude ir do lado de dentro do paredão e bem no meio do desfile. Nem assim, achei que estava em um desfile de carnaval do Rio de Janeiro. Me lembro de haver uma "camada" a mais no paredão de gente localizada na frente dos fotógrafos. São japoneses que devem madrugar para marcar lugar para assistir ao desfile sentados na rua. Lembro também da dor de cabeça que alguns me deram, já que eu tinha que tirar fotos e alguns dos que estavam sentados se revoltavam. Tomei até uns tapas na perna ao me posicionar para uma foto. Foi sinistro. Mas acho que o fato de não ver ninguém dançando nas "arquibancadas", ver escoteiros caminhando com cara de enterro na frente de cada escola e carregando uma placa com o nome da escola de samba, talvez tenha contribuído para o carnaval de Asakusa se distanciar ainda mais do carnaval carioca.
E se você é um daqueles que acha feio ver lutadores de sumô que não sejam orientais e mulheres ocidentais, loiras e de quimono, você talvez sentiria a mesma sensação de desconforto no desfile de Asakusa. Estranho, porque uma das coisas que os japoneses mais criticam quando vão à praia no Brasil, é que segundo eles, chama a atenção o fato de muitas brasileiras usarem biquíni apesar de não terem um tipo físico "exemplar", digamos assim. Mas parece que essa parte da cultura do Brasil, também foi explorada no carnaval de Asakusa, if you know what I mean...
As brasileiras com samba no pé e sorriso no rosto, essas sim, são a atração dos fotógrafos e das nipo-vovózinhas quando passam! Ficam todos ouriçados de repente. Isso não quer dizer que não haja japoneses que sambem muito bem. Há sim. Há os que sambam bem. Tocam pandeiro, surdo, cavaquinho etc muito bem. A alegria, dedicação e a paixão com que alguns japoneses se engajam no desfile, essas sim, são características que lembram muito o carnaval brasileiro. E é fácil fácil identificar os que estão ali pela garra e pelo prazer de sambar, cantar, exibir seus instrumentos. Mas, não são todos. Não sei, tive a nítida impressão de que a maioria está ali pela gana de sair da realidade, de vestir uma roupa mais colorida que não veste no dia a dia, algo mais estravagante e se libertar, do modo deles, mas se libertar.
Com certeza, o melhor do evento é a paixão, o respeito e admiração que muitos japoneses têm pelo Brasil e pela cultura brasileira. É gostoso ver tanta gente se divertindo com a nossa música, as roupas do carnaval do Brasil, ver faixas em português, sentir o batidão do nosso samba e claro, ver a nossa bandeira brasileira nas mais diversas formas! E acho que é isso que move a participação de muitos brasileiros legítimos que desfilam, puxam o samba, saem na bateria e dão um brilho especial ao carnaval de Asakusa! Viva o intercâmbio cultural!
Com certeza, o melhor do evento é a paixão, o respeito e admiração que muitos japoneses têm pelo Brasil e pela cultura brasileira. É gostoso ver tanta gente se divertindo com a nossa música, as roupas do carnaval do Brasil, ver faixas em português, sentir o batidão do nosso samba e claro, ver a nossa bandeira brasileira nas mais diversas formas! E acho que é isso que move a participação de muitos brasileiros legítimos que desfilam, puxam o samba, saem na bateria e dão um brilho especial ao carnaval de Asakusa! Viva o intercâmbio cultural!
O Muito Japão entrevistou o brasileiro, carioca, Ivan de Souza Cardoso, que foi assistir ao desfile do carnaval de Asakusa pela primeira vez este ano. Vamos ver a impressão que ele teve de tudo que viu por lá e o que gostou e o que não gostou.
Fiquem depois com um vídeo do carnaval deste ano e tire você mesmo suas próprias conclusões.
Fiquem depois com um vídeo do carnaval deste ano e tire você mesmo suas próprias conclusões.
1. Como ficou sabendo do desfile?
Fiquei sabendo pela internet.
2. Foi sozinho?
2. Foi sozinho?
Fui sozinho, mas encontrei amigos lá.
Alguns porque combinamos, outros por casualidade.
3. Que local específico escolheu para assistir ao desfile?
3. Que local específico escolheu para assistir ao desfile?
Fiquei próximo ao ponto de partida porque do meio para o final estava
muito cheio.
4. Conseguiu ver bem?
muito cheio.
4. Conseguiu ver bem?
Consegui ver bem porque, a medida que as
pessoas iam embora, avançava alguns passos até conseguir ver o desfile de
frente.
5. O que gostou e o que não gostou do evento?
5. O que gostou e o que não gostou do evento?
Gostei, sobretudo, da organização.
Apesar de ser um grande evento, o trânsito de pessoas e veículos transcorreram bem e com boa orientação dos policiais. Sobre o que não gostei, pensei sobre algum ponto negativo, mas não achei nenhum ponto específico. Nota 10 mesmo.
6. Viu algo que considera, Muito Japão?
Os japoneses apenas assistiam ao desfile e tiravam fotos. NINGUÉM dançava, mesmo sob o som do samba mais animado.
7. Em que você acha que o desfile japonês lembra o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro? Por quê?
As fantasias, carros alegóricos, coreografia, animação e percursão lembram o carnaval do Brasil. As músicas, por serem ora em japonês ora em português, em alguns momentos lembravam as marchinhas & samba enredo, noutros momentos não muito.
8. Na sua opinião, porque o evento atrai tanta gente?
O carnaval brasileiro é conhecido no mundo inteiro. E como muitos japoneses gostam de música brasileira, especialmente samba e bossa nova, é natural que muitas pessoas o frequentem. Lá ouvi alguns japoneses dizerem que gostaríam de conhecer o carnaval do Brasil um dia. Mas, enquanto isso, eles vão à Asakusa mesmo.
9. Pensa em desfilar algum dia?
Sim. No Sambódromo e em Asakusa. Estou juntando energias desde agora (risos).
6. Viu algo que considera, Muito Japão?
Os japoneses apenas assistiam ao desfile e tiravam fotos. NINGUÉM dançava, mesmo sob o som do samba mais animado.
7. Em que você acha que o desfile japonês lembra o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro? Por quê?
As fantasias, carros alegóricos, coreografia, animação e percursão lembram o carnaval do Brasil. As músicas, por serem ora em japonês ora em português, em alguns momentos lembravam as marchinhas & samba enredo, noutros momentos não muito.
8. Na sua opinião, porque o evento atrai tanta gente?
O carnaval brasileiro é conhecido no mundo inteiro. E como muitos japoneses gostam de música brasileira, especialmente samba e bossa nova, é natural que muitas pessoas o frequentem. Lá ouvi alguns japoneses dizerem que gostaríam de conhecer o carnaval do Brasil um dia. Mas, enquanto isso, eles vão à Asakusa mesmo.
9. Pensa em desfilar algum dia?
Sim. No Sambódromo e em Asakusa. Estou juntando energias desde agora (risos).
Vejam agora imagens do carnaval de Asakusa deste ano! No vídeo é possível ver o escoteiro, o paredão, a animação de alguns, o talento de outros, com instrumentos, por exemplo, as coreografias, as fantasias - algumas são mesmo do Brasil - etc.
02/09/2013
LEIA VOTE
Não. Não se trata de uma revista nova querendo fazer concorrência à revista VOGUE. Talvez quem consegue ler japonês já tenha matado a "pegadinha".
Trata-se apenas de um cartaz de aviso sobre a realização de eleição para prefeito. A ideia foi justamente chamar a atenção dos, principalmente, das mais jovens para as eleições, já que o voto no Japão não é obrigatório.
A atriz da "capa" é Mitsuki Tanimura () que, não coincidentemente, é naturla da cidade de Sakai, em Osaka, onde será realizada a votação.
O cartaz estará no interior dos trens da cidade e panfletos com a "capa" serão distribuídos aos moradores locais. Vale destacar o slogan da campanha: "Nosso Futuro, Nós Mesmos Decidimos"
27/08/2013
求人広告・MUITO JAPÃO CLASSIFICADOS
1. INTÉRPRETE DE JAPONÊS PARA BELO HORIZONTE
Vaga de Intérprete de língua japonesa, para atuar em uma indústria no escritório de Belo Horizonte.
Pré-requisitos:
- proficiência na língua japonesa nível 1
- língua portuguesa: alto nível
- experiência na função de intérprete/tradutor, interprete em reunião de negócio (nível de diretoria), em tradução simultânea.
- formação: Superior Completo
A vaga é permanente. Interessados podem enviar currículo no email sofia.bernardino@roberthalf. com.br.
Indicações são bem vindas.
2. INTÉRPRETE DE JAPONÊS PARA O RIO DE JANEIRO
Intérprete de Língua Japonesa
Preferível nível avançado a fluente
Para prestar serviço em multinacional japonesa
Local: Resende-RJ
Não é necessário experiência prévia
3. FUNCIONÁRIO PARA FUNDAÇÃO JAPÃO DE SP
4. FUNCIONÁRIO PARA CONSULADO DO JAPÃO EM SP
22/08/2013
PIADA PRONTA
Desculpa.
Não resisti...
Almofadas PINTO.
"Basta sentar para corrigir a postura!"
(...não sou eu que estou dizendo, é o slogan!)
Não resisti...
Almofadas PINTO.
"Basta sentar para corrigir a postura!"
(...não sou eu que estou dizendo, é o slogan!)
21/08/2013
POLUIÇÃO VISUAL PARTE II
Recentemente escrevi um post sobre a poluição visual nos anúncios que a gente vê nos trens principalmente (se não leu, clique AQUI). é uma coisa que eu sempre vinha reparando, mas acho que com o passar do tempo, a gente, estrangeiro, assim como os japoneses, acabamos por nos acostumar a tanta informação junto e a olhar somente para aquilo que nos interessa. Foi isso que eu percebia quando levava algum amigo brasileiro - viajante, turista - a uma das lojas de eletroeletrônicos mais famosas e completas do Japão: o BIC CAMERA. Quem já foi, vai concordar comigo que a loja, assim como a sua "prima genérica", YODOBASHI, merecem um post à parte, mas o que eu queria dizer é que toda vez que levo alguém lá, sempre escuto comentários sobre a poluição visual do interior da loja e mais ainda, não coincidentemente, me perguntam onde está o preço do produto. É que tem tanta informação, de frete, de desconto com cartão, desconto em dinheiro, informações do produto, campanha de economia de energia, tanta coisa que o preço, que é o mais importante, é o que fica mais camuflado entre tantos números e ideogramas. Acredito eu até que para quem não lê japonês, a poluição deve ser multiplicada!
Acho que já cheguei a publicar também uma foto desse quiz "encontre o preço se puder", mas não estou encontrando. O motivo de eu escrever este post de hoje, foi que notei a nítida diferença entre as informações e, diria até, a grande diferença cultural entre o se incomodar ou não com tantas informações sobre um determinado produto, justamente hoje, ao acessar os sites do Brasil e do Japão para simplemente comparar os preços da máquinas de lavar - que as lojas e a TV insistem em chamar de "lavadoras" - mas, enfim, achei mais interessante o aspecto visual do que simplemente o ponto de visto econômico em si. Comparem só!
ANÚNCIO DO BRASIL
ANÚNCIO DO JAPÃO
E aí? Notou a diferença?
O que achou?
18/08/2013
CASTIGO CORPORAL: REALIDADE (ATUAL) NAS ESCOLAS JAPONESAS
Já foi época de ajoelhar no milho, ficar de pé no canto da sala, levar reguada na palma da mão e até ficar na "cadeira do pensamento". Se você é brasileiro, talvez já ouviu falar sobre estes e outros castigos corporais que nossos pais e avós estão cansados de nos contar. Mas na semana passada, a mídia japonesa divulgou o resultado de uma pesquisa feita pelo Ministério da Educação do Japão sobre "castigos corporais" nas escolas japonesas. Segundo um dos jornais, o número de professores que agrediram seus alunos subiu nada mais nada menos que 17 vezes em relação ao ano anterior e alcançou a marca dos 6721 professores. Já outro jornal divulga o número de alunos que foram vítimas destes "castigos corporais". Foram ao todo 14.208 alunos distribuídos em 4.152 escolas onde foram detectados os atos.
Ainda segundo os jornais japoneses, os atos, os quais eles insistem em chamar apenas de "castigos corporais" incluem atos como: socos, chutes, puxão de cabelo, além de bater com um pedaço de pau e deixar horas de pé. Sobre as condições dos alunos pós "castigos corporais", mais de 80% foi considerado "sem ferimentos", enquanto que 7.1% dos alunos tiveram contusões e 0.6% fraturas.
JAPONÊS・日本語
体罰教員、小中高で6721人 1万4208人が被害
12年度調査、文科相「恥ずべき数字」
文部科学省は9日、全国の国公私立の小中高校などで2012年度に体罰をしたことが確認された教員は延べ6721人に上り、1万4208人の児童生徒が被害を受けたと発表した。1年間に被害を受けた子供の数がわかったのは初めて。体罰のあった学校は4152校で、全体の10.8%に当たる。体罰を理由に懲戒処分や訓告処分を受けた公立校の教員は2752人で前年度の約7倍に達した。
小中高別で、体罰をした教員は中学校が2805人と最も多く、高校は2272人、小学校は1559人。体罰の発生率では高校が23.7%と最も高く、中学16.2%、小学校5.5%だった。
体罰の内容は「素手で殴る」が61.0%と大半を占めた。「蹴る」が9.2%、「棒などで殴る」が5.3%。「髪を引っ張る」「長時間立たせる」などの「その他」が計15.8%だった。被害状況は8割超が「傷害なし」だったが、打撲が7.1%、骨折・捻挫なども0.6%あった。
学校が体罰を把握したきっかけ(複数回答)は教員の申告が50.6%、児童生徒の訴えが40.2%、保護者の訴えが34.9%の順だった。
- O Muito Japão entrevistou alguns japoneses, já adultos, para saber mais sobre estes "castigos corporais" nas escolas do Japão. Veja o depoimento de alguns:"Sobre a minha experiência, talvez seja um pouco diferente dos castigos de agora em relação aos da minha época, nos anos 70 quando os castigos eram levar tapa na cara e ficar em pé no corredor, fora de sala de aula. Ficar sentado "estilo japonês" no fundo da sala era o que mais tinha. mas também tinha bater no aluno com régua, pedaço de pau e chutar". M.S.A."Desde antigamente os japoneses são tolerantes com esta questão de "bater" (nos alunos). Eu lembro do meu professor do primário bater na minha cabeça e me dar tapas na cara. Claro que foi porque eu fiz algo de errado, mas até hoje, não guardo boas recordações desse professor. Mas estas cenas eram comuns no nosso dia a dia na sala de aula. Meus colegas de turma também apanhavam na cara e na cabeça também. claro que tinha professor que não batia. Por outro lado, têm pais que não ligam de seus filhos apanharam dos professores na escola. O que os japoneses ainda precisam resolver é até que ponto estes castigos podem ser aplicados. Isso começou durante a guerra quando os soldados recém engajados na corporação levavam socos por qualquer coisa". T.C.K."Antigamente era pior. Eu lembro que na aula de inglês, se a gente errasse alguma palavra a gente apanhava na cabeça com um esfregão" Y.I."Quando eu estava nos últimos anos do colégio, muitos colegas apanhavam dos professores. Os outros olhavam mas pensavam que ele fez por onde merecer aquilo. Não que eu esteja apoiando, mas acho que os professores faziam isso porque falando somente o aluno não entenderia e era como se ele fosse fazer o aluno entender com o corpo. Já ouvi gente falar sobre isso em ambiente de trabalho... " H.I."Eu levei foi um tapa na bunda quando fiz algo errado. " N.M." A palavra "taibatsu" significa castigo corporal. É normal os professores aplicarem este tipo de castigo. Nos anos 70, quando eu era estudante também tinha. Eu e meus colegas levamos um tapa na cara quando quebramos o vidro da janaela da sala quando estávamos brincando. mas a gente não se sentia mal porque aquilo era porque a gente fez algo de mal. O professor nos dava bolacha com amor. Naquela época, não era problema. Agora é diferente. os professores têm menos confiança nos alunos e nos pais deles. Se o professor bater ou chutar o aluno é considerado "castigo corporal". Além disso, os professores hoje não sabem o limite de aplicar o castigo corporal e acabam ferindo os alunos" T.I.
REVISTA ALTERNATIVA: JAPONÊS MANEIRO
No final do ano passado, eu tive o prazer de ter sido convidado para assinar uma coluna só minha na revista ALTERNATIVA, a melhor revista gratuita que há em português hoje no Japão, distribuída para todo o país. Para mim que já era leitor da revista há anos e gostando de escrever como eu gosto, foi uma honra. A coluna JAPONÊS MANEIRO estreou este ano e graças a Buda tem sido um sucesso! A intenção é mostrar o lado maneiro do idioma, mostrar curiosidades, fatos interessantes e dar dicas única e exclusivamente sobre a língua japonesa. Gostaria que através da coluna, muitas pessoas pudessem se animar a aprender o idioma e perceberem o quanto é bom saber japonês. E para os leitores do Muito Japão que não vivem no arquipélago, aí está a coluna que foi publicada na revista!
HIERARQUIA ATÉ NO IDIOMA
Na edição
passada, falamos em hierarquia. Mais precisamente na hierarquia que vemos
nitidamente refletida até mesmo em verbos da língua japonesa. Mostrei por
exemplo, que a simples frase “Eu ganhei um livro” pode ter o verbo traduzido de
formas diferentes para japonês, dependendo de quem você ganhou o livro. As
principais variantes são entre alguém do mesmo nível que você, alguém de nível
mais baixo ou mesmo mais novo que você ou se foi de alguém mais velho ou
superior a você.
Mas os
verbos “agemasu” (dar) e “moraimasu” (receber, ganhar) ou “sashiagemasu’,
“itadakimasu’, para o caso de ter dado ou recebido algo de superiores são muito
mais usados do que se imagina.
Não que
tais verbos sejam mais usados que outros verbos como “comer”, “beber” ou “andar”.
Não. Nada disso. O que acontece é que os verbos “dar” e “receber” possuem outro
papel na gramática japonesa que vão além dos significados primeiros que são o
de “dar” ou “receber” coisas. Para explicar em português claro, na língua japonesa é possível dar e receber “ações” e
não somente “coisas”! Parece complicado e meio estranho, mas, vai por mim,
pensando assim, ficará mais fácil entender.
Vejamos com
exemplos práticos! Na edição passada, vimos frases como “Tomodachi ni hon wo
moraimashita”, ou seja, “Eu recebi, ganhei um livro do meu amigo”. Agora vamos
supor que você queira enfatizar que ele “comprou” o livro para você. A frase
então ficará assim: “Tomodachi ni hon wo katte moraimashita”. O verbo “katte”
vem do verbo “kaimasu” que seria “comprar”. Basta conjugá-lo no que chamamos em
japonês de “Forma TE” (forma em que os verbos terminam em “TE”). Agora, vamos
supor que você tenha comprado o livro no aniversário do seu amigo e você o
tenha presenteado. Neste caso, a frase ficará assim: “tomodachi ni hon wo katte
agemashita”, ou seja, se foi você que comprou o livro e o deu de presente a
estrutura será o verbo “comprar“ (conjugado na Forma TE) + o verbo “dar”. A
mesma estrutura pode ser usada com outros verbos mais corriqueiros. Por
exemplo, se você emprestou uma borracha ao seu amigo, você pode dizer
“tomodachi ni keshigomu wo kashite agemashita”. Mas se foi ele que te emprestou
a borracha, você dirá: “tomodachi ni keshigomu wo kashite moraimashita”.
Simples não?
Tente agora
você mesmo imaginar que foi o professor que te emprestou a borracha! Primeiro
você deve pensar no verbo, depois conjugá-lo na Forma TE e juntá-lo com o verbo
receber. Pronto, o verbo emprestar em japonês é “kashimasu”, na Forma TE, fica
“kashite” e, se no exemplo anterior, o verbo receber era “moraimasu” no passado
“moraimashita”, agora você terá de levar em consideração que quem te emprestou
a borracha foi alguém superior! Resposta: “sensei ni keshigomu wo kashite
itadakimashita”. Muito bem!
07/08/2013
1o ENCONTRO MUITO JAPÃO NO RJ
Chegou a hora de nos conhecermos pessoalmente, eu, autor do blog Muito Japão e você leitor. Para este nosso primeiro encontro, escolhi o restaurante japonês Sushi Lounge (www.sushiloungerj.com.br), na Tijuca, às 19h30. Como alguns já sabem, eu estou no Rio e gostaria de compartilhar - desta vez ao vivo - com você leitor um pouco da minha experiência nos 11 anos de Japão e de como sempre trabalhei usando a língua japonesa. Espero você lá! A participação é gratuita, com a consumação paga por cada um. Peço também a gentileza de confirmarem a participação para que possamos ter uma ideia do nosso grupo. Obrigado!
A TODOS QUE COMPARECERAM E COOPERARAM PARA O 1o. ENCONTRO MUITO JAPÃO O MEU MUITO OBRIGADO! FIQUEM ATENTOS PARA O PRÓXIMO EVENTO! ATÉ LÁ!
A TODOS QUE COMPARECERAM E COOPERARAM PARA O 1o. ENCONTRO MUITO JAPÃO O MEU MUITO OBRIGADO! FIQUEM ATENTOS PARA O PRÓXIMO EVENTO! ATÉ LÁ!
02/08/2013
27/07/2013
COMO É O BANCO NO JAPÃO?
Entrar em um banco no Japão pode não
estar nos planos de um turista estrangeiro. A menos que ele necessite fazer
algum câmbio. Mas quem entrar em um banco japonês, logo perceberá que não está
simplesmente em uma instituição financeira qualquer. O cliente, principalmente
se for brasileiro, logo vai notar algumas pequenas, porém significativas diferenças. Eu aqui vou
tentar ressaltar algumas e ainda assim mesmo do banco que eu costumo ir, mas
claro que há diferenças de banco para banco.
Logo de cara, quando se entra no banco,
normalmente um nipo-vovôzinho vestido de segurança, com o cinto quase enforcando e as
bainhas pescando, lhe recebe gentilmente com um “irasshaimase” que pode ser
traduzido como um caloroso “seja bem-vindo”. Logo depois uma nipo-senhora
enxutona, de tailler, lhe recebe com um sorriso e lhe pergunta em que
ela poderia te ajudar. Tão logo você diz que quer depositar dinheiro ou fazer
uma transferência, ela imediatamente retira a senha da máquina e lhe entrega
nas mãos. Ninguém fica desamparado ou gasta meia hora diante da máquina de
senha para saber que setor você deve ir ou que senha você deve retirar. A
funcionária lhe ajuda, ela mesma retira a senha e te entrega nas mãos. Se seu
número for o próximo, ela já dá um sorrisinho e a diga: “O do senhor já é o
próximo”.
Quando os caixas eletrônicos estão
desocupados, ela também sugere que você os utilize, se não quiser esperar e ,
claro, se você opta por utilizar o caixa eletrônico, ela o acompanha até a
máquina do caixa e te dá todas as
coordenadas. Lembro que ela ia me dizendo, “agora o senhor aperta aqui”, "agora aqui", mas
ela que apertava. Também achava o máximo quando chegava a tela da senha e
imediatamente, ela se virava de costas para a tela e para mim.
Me impressionei também com os caixas
e demais funcionários do banco. Todos de uniforme! Isso mesmo. As mulheres com
lencinho no pescoço e tudo e, os homens, todos de terno e gravata com as cores
do banco!
Há tantos outros detalhes que acho
que em um post só não vai dar. Tem a famosa bandejinha do dinheiro que fica nos
caixas, para o funcionário do caixa colocar o dinheiro ali e não entregar as
nota diretamente na sua mão. Aliás, quando chega a sua vez e você se aproxima
do balcão do caixa, a funcionária se levanta, se curva para lhe cumprimentar e
logo de cara já coloca a bandejinha do dinheiro no balcão. Neste caso, é para
você colocar ali qualquer coisa que você queira entregar a ela. Por exemplo, se
você quer depositar um dinheiro e quer que ela atualize o extrato na sua
caderneta do banco, você coloca na bandejinha, a caderneta e o dinheiro.
Pronto, ela vai recolher a bandejinha e começar a fazer o que deve fazer. O
interessante é que se você vai retirar dinheiro ou fazer algum câmbio, ao invés
de ela contar o dinheiro e colocar no balcão direto para você pegar ou ao invés
de ela entregar diretamente para você em mãos, ela coloca o dinheiro na
bandejinha e só depois coloca a bandejinha com o dinheiro diante de você para
que você mesmo pegue o dinheiro da bandejinha. Detalhe: me amarrava na
disposição do dinheiro na bandejinha, em leque!! Isso mesmo! Muitos caixas
fazem isso! Abrem as notas em leque e as colocam na bandejinha para entregar o
dinheiro aos clientes!
Sempre admirei também o fato de disponibilizarem pequenos pedaços de papel com o logo do banco, única e exclusivamente para
limpar a tinta do carimbo que você acabou de utilizar. Explico: para quem não
sabe, no Japão é mais comum as pessoas “assinarem” com um carimbo pessoal –
chamado de inkan, em japonês: 印鑑 - do que assinar, assinar mesmo,
escrevendo, como nós brasileiros fazemos. Por isso, quando há um campo para
assinatura, a funcionária do banco pede para você carimbar. Você pega o seu
carimbo, o encosta em uma almofadinha molhada com tinta vermelha –
chamada de “shuniku”, em japonês: 朱肉- e carimba. Em seguida a funcionária te dá uma caixinha, pequena como uma caixinha de fósforo, para você retirar um
papelzinho e limpar o seu carimbo antes de guardá-lo no estojo. Vale lembrar que alguns tipos de carimbos pessoais, já vêm com tinta. São como os carimbos que usam os médicos no
Brasil.
Outra coisa que me chamou a atenção nos bancos japoneses foram os óculos de
grau, isso mesmo, óculos de grau que ficam disponíveis normalmente nos balcões de preenchimento de formulários. São vários óculos,
de diversos graus, em geral, forte, fraco e intermediário, como na foto ao lado, e que ficam ao lado dos diversos formulários para os idosos que não enxergam o que
eles estão lendo ou estão tendo que preencher utilizarem enquanto estão no balcão e depois devolverem. Há várias destas caixinhas pelo balcão. Óculos como estes são conhecidos como “roogankyo”,
em japonês: 老眼鏡.
Educação, com certeza, é uma coisa que chama a atenção, mais do que qualquer outra coisa. Não é o lugar perfeito, claro, há filas, trâmites, procedimentos que você muitas vezes não entende, isso quando não te obrigam a preencher todo um formulário quando você cortou o número sete, mas com certeza, são coisas que se tornam insignificantes quando você é tratado com sorriso e educação em um banco.
18/07/2013
SMARTPHONE: LIGUE E DESLIGUE SEU AR CONDICIONADO MESMO FORA DE CASA
Nunca aconteceu de você ter a nítida impressão de ter esquecido algo ligado em casa a ponto de querer voltar para casa de onde estava na rua somente para se certificar se desligou ou não? Pois se o que você acha que deixou ligado em casa foi o ar condicionado da Panasonic de última geração, pode ficar tranquilo! Você pode desligá-lo utilizando o seu smartphone e não precisará mais voltar para casa!"Neste verão, controle seu ar-condicionado com o seu smartphone a qualquer hora e de qualquer lugar". Esta é a catch-phrase da atual campanha da Panasonic (foto) divulgada em vários sites e na TV. O serviço também pode ser muito útil para aqueles calorentos que mal chegam em casa e já vão logo ligando o ar, mesmo antes mesmo de acender a luz (eu sou assim com o aquecedor durante o inverno no Japão). Com este modelo de ar condicionado, não só é possível também ligar o ar antes de chegar em casa, como também ajustar a temperatura de fora de casa ou mesmo de outro cômodo da casa.
Detalhe do asterisco na frase do anúncio. O fabricante alerta que primeiro você precisará de outro aparelho para poder controlar o ar condicionado de fora de casa - suponho que se refira ao smartphone em si - e que dependendo do ambiente de internet, pode ser que não seja possível utilizar esta função.
Aliás, a Panasonic tem toda uma linha de eletrodomésticos que se pode controlar, mas principalmente, configurar, via applicativo de um smartphone!
15/07/2013
FIGURINHA REPETIDA
Sabe aquela matéria do jornal que toooodo santo ano sai em em algum jornal - se não sair em todos ? No Brasil, seriam matérias do tipo "Foram recolhidas não-sei-qtas toneladas de lixo das areias da praia de Copacabana depois do Reveillon" e "Tem gringo no samba" e por aí vai. Pois é, no Japão também tem umas matérias que para quem vê pela primeira vez, até pode parecer interessante, mas para quem mora e costuma acompanhar as notícias, sabe que é a mesmíssima do ano passado e que é a mesma do ano retrasado e do ano anterior...
No Japão, não é diferente. Vira e mexe a gente vê notícia de gerentes, diretores ou qualquer outro tipo de bam-bam-bam se curvando diante das câmeras para pedir desculpas por alguma falcatrua, fraude ou problema que os envolva de alguma forma. As filas que se formam na frente das casas lotéricas quando se iniciam as vendas de uma das loterias que mais paga prêmio em dinheiro no país. Sempre vendem, sempre formam fila, sempre sai a matéria na mídia japonesa! Outra clássica é essa que eu vi hoje das frutas no gelo dadas aos ursos do zoológico de Ueno. Reparou que eu disse "vi", porque ler, acho que não vou mais. Bom, a matéria é até maneirinha e acredito que as crianças devem adorar, mas que todo ano sempre sai a mesma coisa, isso lá sai!
JAPONÊS・日本語
おやつは氷、中には果物 上野動物園のクマ、熱中症予防
東京都台東区の上野動物園では11日、ツキノワグマとエゾヒグマに、氷のおやつが与えられた。クマがフルーツの入った氷を大切そうに抱えて食べる姿が見られた。
「クマは人間のように汗をかいて体温を下げることができません。氷を食べることで体温を下げて、熱中症予防になるんです」と同園学芸員の井内岳志さん。氷のおやつは、飼育員が当日の気温や動物の様子を見て、与えるかどうか決めているという。
LISTA DE VOCABULÁRIO・語彙一覧
- 氷・koori・gelo
- 果物・kudamono・fruta
- 上野・ueno・Ueno
- 動物園・doubutsuen・zoológico
- 熱中症・necchuushou・hipertermia
- 予防・yobou・prevensão
- 人間・ningen・ser humano
- 汗をかく・ase wo kaku・suar
- 体温・taion・temperatura corporal
- 飼育員・shiikuin・tratador
- 気温・kion・temperatura
- 動物・doubutsu・animal, bicho
- 与える・ataeru・dar
- 決める・kimeru・decidir
14/07/2013
O PERIGO MORA AO LADO
Pior do que ler uma notícia sobre mais uma vítima de facada no Japão, é você ler que o crime foi cometido em um lugar próximo de você. A notícia que li ontem no twitter falava sobre a prisão de um jovem de 15 anos que em abril deste ano esfaqueou pelas costas uma moça que caminhava tranquilamente pela rua. Pronto. A matéria só diz isso. O rapaz foi preso e confessou o crime. Mas o porquê de ter cometido o crime e o porquê de ter sido aquela moça a vítima, a reportagem não esclarece. Mas, pelo pouco que conheço do Japão, provavelmente ele irá utilizar o discurso que todos os criminosos deste tipo de crime costumam usar em seus depoimentos: "Poderia ter sido qualquer pessoa. Eu só queria matar alguém...".
JAPONÊS・日本語
路上で女性刺した疑い、中学3年生を逮捕 埼玉・草加
今年4月、埼玉県草加市の路上で女性が背中を刺された事件で、県警は13日、市内の中学3年の少年(15)を殺人未遂容疑で逮捕し、発表した。少年は「包丁で刺した」と容疑を認めているという。草加署などによると、少年は4月1日午後5時45分ごろ、同市氷川町の路上で、歩いて帰宅途中の女性(41)の背後から近づき、自宅から持ち出した文化包丁(刃渡り15・4センチ)で突き刺し、殺そうとした疑いがある。女性は背中などに1カ月の重傷を負った。少年はそのまま逃走し、県警が行方を追っていた
LISTA DE VOCABULÁRIO ・語彙一覧
今年・kotoshi・este ano
路上・roujou・na rua
女性・josei・mulher
背中・senaka・costas
県警・kenkei・polícia da prefeitura
少年・shounen・jovem
逮捕する・taiho suru・prender
包丁・houchou・facão
疑い・utagai・suspeita
重傷・juushou・ferimento grave
逃走する・tousou suru・fugir
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